Graça e paz e bom dia...
Uma pergunta que é digna de toda atenção nestes dias que estamos vivendo na Terra: as congregações Cristãs (Igreja) devem se envolver com qualquer tipo de partidarismo (adesão cega, excessiva ou fanática a um partido, grupo, ideologia ou causa específica, seja em detrimento do interesse coletivo, da imparcialidade ou do diálogo), inclusive ao partidarismo político partidário ou religioso? Com certeza não, pois I Coríntios 3 e Gálatas 5:16-26 deixa bem evidente que a Igreja não deve permitir que o espírito mundano do partidarismo entre na mesma, pois quando isto ocorre a unidade do Corpo de Cristo é quebrada e as congregações Cristãs ficas vulneráveis à manifestação de todo tipo de obras da carne impulsionada pelo diabo as quais trazem diversos problemas entre as pessoas: ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja, ou seja, falta de amor (Efésios 4; Tiago1:19-27; I João 2:7-17)! O partidarismo é um problema tão grave e perigoso, que no Antigo Testamento Deus começou a tratar de cuidar disto separando o poder religioso do poder político ao não permitir que o rei em Israel, os líderes tribais e os chefes militares também fossem Sumo-Sacerdote (fossem liderança religiosa)!
Não sei de onde as lideranças eclesiásticas brasileiras e de outros Países tiraram a ideia de que poderiam fazer diferente do que a Bíblia ensina e isto daria uma boa colheita! Temos visto o resultado desta atitude de desobediência, a qual é motivada por diferentes objetivos (vaidades, ambição pelo poder secular e financeiro, preconceitos raciais, etc.), trazendo vários problemas: ressentimentos e feridas emocionais, pessoas de uma mesma se atacando verbalmente e até com tiros de armas de fogo dentro das próprias congregações religiosas como vimos desde a eleição de 2022 para Presidente do Brasil, templos sendo atacados (depredados, queimados) e a instituição Igreja deixando de ser sal da Terra e luz do mundo! As lideranças eclesiásticas precisam se arrepender deste grave pecado, pois caso contrário cada vez ficará pior a situação das congregações religiosas se as mesmas não voltarem ao primeiro amor (Apocalipse 2:1-7)!
A cidadania política sábia e madura se percebe quando em período eleitoral as pessoas procuram conhecer o programa de governo de cada candidato para estudar, comparar e debater a respeito de qual programa é melhor para o bem comum da sociedade, pois um governo existe para prover o bem estar geral da sociedade e promover o crescimento e desenvolvimento socioeconômico de uma nação, portanto a questão a ser considerada e debatida não é a paixão ideológica cega em um candidato ou ideologia, mas sim qual programa de governo vai trazer melhores resultados a curto, médio e longo prazos nas questões da segurança e soberania alimentar e nutricional, socioeconômica, serviços públicos que os cidadãos necessitam, uso sustentável dos recursos naturais, segurança pública, educação, moradia, saneamento básico, relações internacionais com outros Países, etc ...
Pra. Carmem (Pra. Acsa).